quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A REDAÇÃO NO VESTIBULAR

Dicas para um bom texto no vestibular
LETRA GRANDE - Numa dissertação de, no mínimo, vinte linhas, se a letra do aluno é muito grande, esse mínimo deve ser ampliado para vinte e cinco, trinta linhas. A razão é óbvia: muitos alunos aumentam a letra para alcançar o mínimo exigido na prova de vestibular.
ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS - Os espaços em branco entre as palavras é outro recurso muito usado por quem tem dificuldade de escrever. Acontece que os professores encarregados da correção conhecem bem esse truque. Por isso, se você, naturalmente, escreve assim, tente evitar os espaços exagerados entre as palavras. Se não for possível, escreva uma dissertação com bastantes linhas.
LETRA MUITO PEQUENA - Há alunos com letra tão reduzida que, dependendo do caso, o professor, mesmo de óculos, não consegue ler. Pior ainda: o próprio aluno, quando questionado sobre o que escreveu, também não consegue.
LETRA ILEGÍVEL - Às vezes, o aluno demonstra que vai fazer vestibular para Medicina por meio da caligrafia: letra de médico. Para decifrá-la, só pedindo ajuda ao pessoal que trabalha em farmácias. Não se trata de letra feia, mas de escrita ilegível. A sua letra pode ser feia e legível. Neste caso, tudo bem. Dissertação não é um concurso de caligrafia.
INOVAÇÕES EM ALGUMAS LETRAS - Veja se você tem este problema. Alguns alunos exageram na perna do "g" ou do "j", fazendo que ultrapassem os limites da entrelinha, causando transtornos a outras palavras da linha inferior. Fenômeno idêntico acontece à perna do "l" ou do "t", só que no sentido inverso.
O "m", o "n" e o "u" são idênticos, dificultando a leitura de algumas palavras, numa confusão que nem o próprio aluno entende.
Bem, como o alfabeto contém 24 letras e você tem problemas apenas em 7 delas, não há necessidade de enfrentar os "cadernos de caligrafia". Melhore apenas aquelas que enfeiam ou enfeitam a sua escrita.

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