A todos amigos e leitores do "Falando de Português", Boas Festas e muita prosperidade em 2009
Um abraço.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
A REDAÇÃO NO VESTIBULAR
Dicas para um bom texto no vestibular
LETRA GRANDE - Numa dissertação de, no mínimo, vinte linhas, se a letra do aluno é muito grande, esse mínimo deve ser ampliado para vinte e cinco, trinta linhas. A razão é óbvia: muitos alunos aumentam a letra para alcançar o mínimo exigido na prova de vestibular.
ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS - Os espaços em branco entre as palavras é outro recurso muito usado por quem tem dificuldade de escrever. Acontece que os professores encarregados da correção conhecem bem esse truque. Por isso, se você, naturalmente, escreve assim, tente evitar os espaços exagerados entre as palavras. Se não for possível, escreva uma dissertação com bastantes linhas.
LETRA MUITO PEQUENA - Há alunos com letra tão reduzida que, dependendo do caso, o professor, mesmo de óculos, não consegue ler. Pior ainda: o próprio aluno, quando questionado sobre o que escreveu, também não consegue.
LETRA ILEGÍVEL - Às vezes, o aluno demonstra que vai fazer vestibular para Medicina por meio da caligrafia: letra de médico. Para decifrá-la, só pedindo ajuda ao pessoal que trabalha em farmácias. Não se trata de letra feia, mas de escrita ilegível. A sua letra pode ser feia e legível. Neste caso, tudo bem. Dissertação não é um concurso de caligrafia.
INOVAÇÕES EM ALGUMAS LETRAS - Veja se você tem este problema. Alguns alunos exageram na perna do "g" ou do "j", fazendo que ultrapassem os limites da entrelinha, causando transtornos a outras palavras da linha inferior. Fenômeno idêntico acontece à perna do "l" ou do "t", só que no sentido inverso.
O "m", o "n" e o "u" são idênticos, dificultando a leitura de algumas palavras, numa confusão que nem o próprio aluno entende.
Bem, como o alfabeto contém 24 letras e você tem problemas apenas em 7 delas, não há necessidade de enfrentar os "cadernos de caligrafia". Melhore apenas aquelas que enfeiam ou enfeitam a sua escrita.
LETRA GRANDE - Numa dissertação de, no mínimo, vinte linhas, se a letra do aluno é muito grande, esse mínimo deve ser ampliado para vinte e cinco, trinta linhas. A razão é óbvia: muitos alunos aumentam a letra para alcançar o mínimo exigido na prova de vestibular.
ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS - Os espaços em branco entre as palavras é outro recurso muito usado por quem tem dificuldade de escrever. Acontece que os professores encarregados da correção conhecem bem esse truque. Por isso, se você, naturalmente, escreve assim, tente evitar os espaços exagerados entre as palavras. Se não for possível, escreva uma dissertação com bastantes linhas.
LETRA MUITO PEQUENA - Há alunos com letra tão reduzida que, dependendo do caso, o professor, mesmo de óculos, não consegue ler. Pior ainda: o próprio aluno, quando questionado sobre o que escreveu, também não consegue.
LETRA ILEGÍVEL - Às vezes, o aluno demonstra que vai fazer vestibular para Medicina por meio da caligrafia: letra de médico. Para decifrá-la, só pedindo ajuda ao pessoal que trabalha em farmácias. Não se trata de letra feia, mas de escrita ilegível. A sua letra pode ser feia e legível. Neste caso, tudo bem. Dissertação não é um concurso de caligrafia.
INOVAÇÕES EM ALGUMAS LETRAS - Veja se você tem este problema. Alguns alunos exageram na perna do "g" ou do "j", fazendo que ultrapassem os limites da entrelinha, causando transtornos a outras palavras da linha inferior. Fenômeno idêntico acontece à perna do "l" ou do "t", só que no sentido inverso.
O "m", o "n" e o "u" são idênticos, dificultando a leitura de algumas palavras, numa confusão que nem o próprio aluno entende.
Bem, como o alfabeto contém 24 letras e você tem problemas apenas em 7 delas, não há necessidade de enfrentar os "cadernos de caligrafia". Melhore apenas aquelas que enfeiam ou enfeitam a sua escrita.
Dicas de acentuação
Dicas - Acentuação gráfica
<:AtomicElement> Para um melhor aproveitamento deste conteúdo, é aconselhável a revisão de separação silábica e encontros vocálicos.
Muitas vezes, o problema de acentuação não está no desconhecimento da regra, e sim na fala viciosa de algumas palavras. Ex. ru-BRI-ca, ÍN-te-rim. Os tópicos que tratam deste assunto são intitulados ortoépia e prosódia.
As formas verbais terminadas em -I, acrescidas da variante do pronome oblíquo (-LO, -LA, -LOS, -LAS), só serão acentuadas se este -I estiver em hiato e for tônico. Ex. atribuí-lo x parti-lo.
A forma pêra recebe acento diferencial, entretanto seu plural, peras, não recebe acento (pois não existe a forma preposicionada "peras").
As paroxítonas terminadas em -N, quando pluralizadas, não recebem mais acento. Pólen x polens, hífen x hifens.
Tanto as palavras monossílabas quanto as oxítonas terminadas em -A(S), -E(S), -O(S) são acentuadas, entretanto são princípios diferentes que justificam o acento.
As paroxítonas terminadas em -R, -X, -N, -L, são acentuadas. Para se lembras destas terminações, pode-se usar as expressões LoNa RoXa ou RouXiNoL.
As paroxítonas terminadas em ditongo crescente (chamados falsos ditongos), atualmente também estão sendo consideradas como proparoxítonas. Para se optar por uma justificativa ou outra, dá-se prioridade à primeira. Ex. his-tó-ria ou his-tó-ri-a.
As palavras terminadas pelo sufixo -MENTE, -ZINHO(S) ou -ZINHA(S) não recebem acento grave.
<:AtomicElement> Para um melhor aproveitamento deste conteúdo, é aconselhável a revisão de separação silábica e encontros vocálicos.
Muitas vezes, o problema de acentuação não está no desconhecimento da regra, e sim na fala viciosa de algumas palavras. Ex. ru-BRI-ca, ÍN-te-rim. Os tópicos que tratam deste assunto são intitulados ortoépia e prosódia.
As formas verbais terminadas em -I, acrescidas da variante do pronome oblíquo (-LO, -LA, -LOS, -LAS), só serão acentuadas se este -I estiver em hiato e for tônico. Ex. atribuí-lo x parti-lo.
A forma pêra recebe acento diferencial, entretanto seu plural, peras, não recebe acento (pois não existe a forma preposicionada "peras").
As paroxítonas terminadas em -N, quando pluralizadas, não recebem mais acento. Pólen x polens, hífen x hifens.
Tanto as palavras monossílabas quanto as oxítonas terminadas em -A(S), -E(S), -O(S) são acentuadas, entretanto são princípios diferentes que justificam o acento.
As paroxítonas terminadas em -R, -X, -N, -L, são acentuadas. Para se lembras destas terminações, pode-se usar as expressões LoNa RoXa ou RouXiNoL.
As paroxítonas terminadas em ditongo crescente (chamados falsos ditongos), atualmente também estão sendo consideradas como proparoxítonas. Para se optar por uma justificativa ou outra, dá-se prioridade à primeira. Ex. his-tó-ria ou his-tó-ri-a.
As palavras terminadas pelo sufixo -MENTE, -ZINHO(S) ou -ZINHA(S) não recebem acento grave.
domingo, 9 de novembro de 2008
Nos primeiros erros
Estou hoje em minha casa de campo, lugar tão sonhado e conquistado. Normalmente venho somente nas férias, mas aqui estou, em pleno agosto, sentado olhando o tempo e esta grande casa. Casa cheia de boas lembranças, que trazem consigoalgo que me mata por dentro.
_ Papai, papai - gritava Júlia, o meu anjinho, a minha querida filha - Olha aqui esta flor!
_ Que linda! - falei
_ Vamos almoçar, gente.- Ouvi a bela voz de Duda vindo da cozinha, juntamente com aquele excelente cheiro da lasanha que ela trazia.
E era assim todo verão: a gente saía de São Paulo e ia para o campo. Eu tinha um ótimo cargo no Hospital das Clínicas, Duda trabalhava como promôter e a pequena Júlia estudava. Parecia tudo excelente e perfeito.
Chega mais um verão... malas prontas, pegamos a estrada, pois a casa não era muito perto.
Como de costume, na estrada nós cantamos e brincamos. Neste dia estava chovendo. Uma curva... um caminhão na contramão...
Acordei no hospital, dois dias depois, sem me lembrar de nada. Perguntei imediatamente sobre a Duda e Júlia. Havia ao meu lado um médico com um crachá: Dr. João Roberto.
_ Onde estou? Cadê minha mulher e minha filha? - perguntei meio sonolento.
_ O acidente. Não se lembra? - perguntou ele.
Voltam em minha cabeça a música, a chuva, o caminhão e o grito de Duda.
_ Me desculpe, mas...
Eu sabia o que ele iria dizer, pois já havia dito isto algumas vezes. A minha vida tinha acabado. Agora, nem sei o que fazer. Só consigo, em minha memória, ouvir a música com a Duda cantando, em sua última alegria: " Se um dia eu pudesse ver/ meu passado inteiro/ e fizesse parar de chover/ nos primeiros erros./ Meu corpo viraria sol/ minha mente viraria/ mas só chove/ chove e chove."
Texto escrito por: Higor Cirilo
1º ano D matutino - 2008
_ Papai, papai - gritava Júlia, o meu anjinho, a minha querida filha - Olha aqui esta flor!
_ Que linda! - falei
_ Vamos almoçar, gente.- Ouvi a bela voz de Duda vindo da cozinha, juntamente com aquele excelente cheiro da lasanha que ela trazia.
E era assim todo verão: a gente saía de São Paulo e ia para o campo. Eu tinha um ótimo cargo no Hospital das Clínicas, Duda trabalhava como promôter e a pequena Júlia estudava. Parecia tudo excelente e perfeito.
Chega mais um verão... malas prontas, pegamos a estrada, pois a casa não era muito perto.
Como de costume, na estrada nós cantamos e brincamos. Neste dia estava chovendo. Uma curva... um caminhão na contramão...
Acordei no hospital, dois dias depois, sem me lembrar de nada. Perguntei imediatamente sobre a Duda e Júlia. Havia ao meu lado um médico com um crachá: Dr. João Roberto.
_ Onde estou? Cadê minha mulher e minha filha? - perguntei meio sonolento.
_ O acidente. Não se lembra? - perguntou ele.
Voltam em minha cabeça a música, a chuva, o caminhão e o grito de Duda.
_ Me desculpe, mas...
Eu sabia o que ele iria dizer, pois já havia dito isto algumas vezes. A minha vida tinha acabado. Agora, nem sei o que fazer. Só consigo, em minha memória, ouvir a música com a Duda cantando, em sua última alegria: " Se um dia eu pudesse ver/ meu passado inteiro/ e fizesse parar de chover/ nos primeiros erros./ Meu corpo viraria sol/ minha mente viraria/ mas só chove/ chove e chove."
Texto escrito por: Higor Cirilo
1º ano D matutino - 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
DICAS PARA VESTIBULANDO
DICAS DE MORFOLOGIA Publicada em 09/10/2007
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A morfologia dedica-se à compreensão da formação das palavras e suas flexões. Seu estudo pode ser feito em torno de dois grupos: O grupo nominal, formado pelo substantivo (nome) os elementos variáveis que o modificam (artigo, adjetivo, locuções e orações adjetivas, numeral e pronome adjetivo) e o grupo verbal, composto por verbo e pelo advérbio, seu modificador invariável.
SUBSTANTIVO:
É o termo que dá nome aos objetos, seres, sentimentos, elementos e ações. Variam em gênero (masculino ou feminino), número (singular ou plural) e grau (aumentativo ou diminutivo) e podem ser facilmente identificados, pois só eles aceitam a companhia de um artigo (EX.: mesa, cachorro, cadeira, amor, José, etc.)
ARTIGO:
É a palavra que acompanha o substantivo determinando-o de maneira vaga (artigos indefinidos: um, uma, uns, umas), ou de maneira precisa (artigos definidos: o, a, os, as) e indicando-lhe o gênero e o número. Têm o poder de transformar qualquer palavra em substantivo, mesmo que esta não seja sua classe de origem. Poderá aparecer unido a uma preposição, como é o caso de no (em + o) ou de do (de+o).
ADJETIVO:
É um caracterizador do substantivo capaz de lhe indicar atributos, modos de ser, estados ou aspectos. Tem a função de singularizar o substantivo através da sua diferenciação. Existem ainda expressões dotadas de valor adjetivo, como é o caso das Locuções Adjetivas e das Orações Adjetivas.
NUMERAL:
É o elemento quantificador do substantivo. Para que um termo seja entendido como numeral, deve poder ser substituído por algarismos numéricos. Podem indicar a ordem de um substantivo (primeiro, segundo...), a multiplicação (dobro, triplo...), ou o fracionamento (metade, um terço...).
PRONOME:
É a palavra que se refere a um substantivo (pronome adjetivo. Ex.: Meu amigo não vem.) ou que o substitui (pronome substantivo. Ex.: Ele não vem). Pronomes substantivos são facilmente identificados, pois equivalem ao substantivo. Para identificar os pronomes adjetivos, pode-se usar o método de exclusão, assim, todo termo que modificar o substantivo será pronome quando não for numeral, artigo ou adjetivo.
VERBO:
São as palavras que representam processos que ocorrem no tempo, podendo exprimir ações, estados, mudança de estado, fenômeno natural, desejo, conveniência, etc. Podem variar em modo, número, voz, pessoa e principalmente em tempo.
ADVÉRBIO:
É o elemento que modifica verbos, adjetivos e outros advérbios através da expressão de uma circunstância (de modo, lugar, tempo, intensidade, negação, dúvida ou afirmação). Não aceita variação de gênero ou de número, o que facilita sua identificação diante dos modificadores do substantivo. O advérbio poderá ser representado por mais de uma palavra, quando será chamado de Locução Adverbial.
PALAVRAS DE CLASSIFICAÇÃO VARIÁVEL:
Algumas palavras podem mudar de classe morfológica de acordo com o contexto em que são empregadas. As mais comuns estão aqui seguidas de exemplos para uma melhor compreensão:
BASTANTE
Adjetivo (equivale a “suficiente”). Ex.: Touxe roupas bastantes.
Advérbio de intensidade. Ex.: Camila foi bastante clara.
Pronome Indefinido. Ex: Ocorreram bastantes surpresas.
MEIO
Numeral (equivale a “metade”). EX.: Bebi meia garrafa de vinho.
Advérbio de modo (refere-se ao adjetivo). EX.: Cheguei meio cansada.
Substantivo. Ex.: O meio do caminho é deserto.
CERTO
Adjetivo. EX.: O resultado está certo.
Pronome Indefinido. Ex.: Certo dia, eu estive nesta cidade.
Advérbio de modo. EX.: O juiz agiu certo naquele caso.
Substantivo. EX.: Não sei se fizemos o certo.
MAL
Advérbio de Modo. EX.: Nós estamos mal.
Substantivo. EX.: Nunca lhe desejei o mal.
BEM
Substantivo. EX.: Vivo entre o bem e o mal.
Advérbio de modo. Ex.: Alice se comportou bem hoje.
Advérbio de Intensidade. EX.: O sol raia bem cedo.
TODO
Substantivo. EX.: Não julgue a parte sem analisar o todo!
Pronome Indefinido. EX.: Toda mulher quer ser amada.
Advérbio de Modo. EX.: Ele chegou todo molhado.
Adjetivo. Ex.: Vou estudar o ano todo.
MAIS
Pronome Indefinido. EX.: Cheguei com mais novidades.
Advérbio de Intensidade. Ex.: Vou sair mais cedo hoje.
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A morfologia dedica-se à compreensão da formação das palavras e suas flexões. Seu estudo pode ser feito em torno de dois grupos: O grupo nominal, formado pelo substantivo (nome) os elementos variáveis que o modificam (artigo, adjetivo, locuções e orações adjetivas, numeral e pronome adjetivo) e o grupo verbal, composto por verbo e pelo advérbio, seu modificador invariável.
SUBSTANTIVO:
É o termo que dá nome aos objetos, seres, sentimentos, elementos e ações. Variam em gênero (masculino ou feminino), número (singular ou plural) e grau (aumentativo ou diminutivo) e podem ser facilmente identificados, pois só eles aceitam a companhia de um artigo (EX.: mesa, cachorro, cadeira, amor, José, etc.)
ARTIGO:
É a palavra que acompanha o substantivo determinando-o de maneira vaga (artigos indefinidos: um, uma, uns, umas), ou de maneira precisa (artigos definidos: o, a, os, as) e indicando-lhe o gênero e o número. Têm o poder de transformar qualquer palavra em substantivo, mesmo que esta não seja sua classe de origem. Poderá aparecer unido a uma preposição, como é o caso de no (em + o) ou de do (de+o).
ADJETIVO:
É um caracterizador do substantivo capaz de lhe indicar atributos, modos de ser, estados ou aspectos. Tem a função de singularizar o substantivo através da sua diferenciação. Existem ainda expressões dotadas de valor adjetivo, como é o caso das Locuções Adjetivas e das Orações Adjetivas.
NUMERAL:
É o elemento quantificador do substantivo. Para que um termo seja entendido como numeral, deve poder ser substituído por algarismos numéricos. Podem indicar a ordem de um substantivo (primeiro, segundo...), a multiplicação (dobro, triplo...), ou o fracionamento (metade, um terço...).
PRONOME:
É a palavra que se refere a um substantivo (pronome adjetivo. Ex.: Meu amigo não vem.) ou que o substitui (pronome substantivo. Ex.: Ele não vem). Pronomes substantivos são facilmente identificados, pois equivalem ao substantivo. Para identificar os pronomes adjetivos, pode-se usar o método de exclusão, assim, todo termo que modificar o substantivo será pronome quando não for numeral, artigo ou adjetivo.
VERBO:
São as palavras que representam processos que ocorrem no tempo, podendo exprimir ações, estados, mudança de estado, fenômeno natural, desejo, conveniência, etc. Podem variar em modo, número, voz, pessoa e principalmente em tempo.
ADVÉRBIO:
É o elemento que modifica verbos, adjetivos e outros advérbios através da expressão de uma circunstância (de modo, lugar, tempo, intensidade, negação, dúvida ou afirmação). Não aceita variação de gênero ou de número, o que facilita sua identificação diante dos modificadores do substantivo. O advérbio poderá ser representado por mais de uma palavra, quando será chamado de Locução Adverbial.
PALAVRAS DE CLASSIFICAÇÃO VARIÁVEL:
Algumas palavras podem mudar de classe morfológica de acordo com o contexto em que são empregadas. As mais comuns estão aqui seguidas de exemplos para uma melhor compreensão:
BASTANTE
Adjetivo (equivale a “suficiente”). Ex.: Touxe roupas bastantes.
Advérbio de intensidade. Ex.: Camila foi bastante clara.
Pronome Indefinido. Ex: Ocorreram bastantes surpresas.
MEIO
Numeral (equivale a “metade”). EX.: Bebi meia garrafa de vinho.
Advérbio de modo (refere-se ao adjetivo). EX.: Cheguei meio cansada.
Substantivo. Ex.: O meio do caminho é deserto.
CERTO
Adjetivo. EX.: O resultado está certo.
Pronome Indefinido. Ex.: Certo dia, eu estive nesta cidade.
Advérbio de modo. EX.: O juiz agiu certo naquele caso.
Substantivo. EX.: Não sei se fizemos o certo.
MAL
Advérbio de Modo. EX.: Nós estamos mal.
Substantivo. EX.: Nunca lhe desejei o mal.
BEM
Substantivo. EX.: Vivo entre o bem e o mal.
Advérbio de modo. Ex.: Alice se comportou bem hoje.
Advérbio de Intensidade. EX.: O sol raia bem cedo.
TODO
Substantivo. EX.: Não julgue a parte sem analisar o todo!
Pronome Indefinido. EX.: Toda mulher quer ser amada.
Advérbio de Modo. EX.: Ele chegou todo molhado.
Adjetivo. Ex.: Vou estudar o ano todo.
MAIS
Pronome Indefinido. EX.: Cheguei com mais novidades.
Advérbio de Intensidade. Ex.: Vou sair mais cedo hoje.
sábado, 18 de outubro de 2008
Homenagem aos professores
Eu, senhor, sou um gerenciador de sonhos. Sou um professor.
Respeito todas as profissões. Cada uma tem seu valor, sua formosura, mas todas elas nascem da minha. Ninguém é médico, advogado, dentista, doutor, sem antes passar pelo meu carinho, pela atenção, pelo amor de um professor.
Obrigado, Senhor!
Escolhi a profissão certa. Escolhi a linha da missão de partilhar.
Partilho sonhos. Partilho medos.
Tenho meus problemas... Sofro, chor, desiludo-me. Nem sempre dá certo o que programei. Erro muito. Aprendo errando, também.
Mas de uma coisa estou certo: sou inteiro. Inteiro nas lágrimas e no sorriso. Inteiro no ensinar e no aprender. Sei que meus alunos precisam de mim... e eu preciso deles.E, por isso somos tão especiais. E nesta nobre missão de educar, nossa humanidade se enriquece ainda mais.
Sou professor. Com muito orgulho, com muita humildade, com muito amor.
Sou professor!
Amém!
Trecho da oração do autor Gabriel Chalita
Respeito todas as profissões. Cada uma tem seu valor, sua formosura, mas todas elas nascem da minha. Ninguém é médico, advogado, dentista, doutor, sem antes passar pelo meu carinho, pela atenção, pelo amor de um professor.
Obrigado, Senhor!
Escolhi a profissão certa. Escolhi a linha da missão de partilhar.
Partilho sonhos. Partilho medos.
Tenho meus problemas... Sofro, chor, desiludo-me. Nem sempre dá certo o que programei. Erro muito. Aprendo errando, também.
Mas de uma coisa estou certo: sou inteiro. Inteiro nas lágrimas e no sorriso. Inteiro no ensinar e no aprender. Sei que meus alunos precisam de mim... e eu preciso deles.E, por isso somos tão especiais. E nesta nobre missão de educar, nossa humanidade se enriquece ainda mais.
Sou professor. Com muito orgulho, com muita humildade, com muito amor.
Sou professor!
Amém!
Trecho da oração do autor Gabriel Chalita
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Meu Reino Desencantado
Moro em Inocência, cidade como tantas outras do interior, com pessoas simples que fazem de suas vidas uma constante luta diária.
Por aqui tem gente que se prende à simplicidade do lugar. Porém,os tempos mudaram, as crianças estão crescendo e os jovens querem um objetivo para construírem as suas vidas, pois desejam abrir "novos horizontes": eles querem um emprego que regularize suas vidas e quem sabe até fazer uma boa faculdade.
Todos esses motivos levam os moradores daqui à busca de melhores oportunidades, já que aqui não as possuímos.
E, a cada ano, vem diminuindo o número de habitantes devido à falta de empregadores em nossa cidade.Através de dados do IBGE, em 1996 éramos 7.806habitantes e em 2007 somávamos 7.342.
A causa do desemprego é decorrente da falta de investimentos. Alguns crêem que não temos mão-de-obra especializada; outros ainda acreditam no descaso das autoridades, pois nada acontece para solucionar o problema.
De acordo com o professor de sociologia de Uberaba, Delson Ferreira-" nos locais onde a taxa de desemprego é maior, os problemas sociais também aumentam significativamente." A falta de emprego afeta o trabalhador também psicologicamente, fazendo com que ele se sinta impotente diante da vida. Assim, buscam alternativas informais para ganhar o sustento de sua família. Aqui temos alguns exemplos de servidores informais: a Maria ,que vende gelinho, a Dona Ioram que vende salgado por conta própria.
Texto elaborado pela aluna: Sidilene Eugênia de Oliveira. 3º ano C do Ensino Médio
Destaque na sala , quando da nossa participação na "Olimpíada de Português"
Por aqui tem gente que se prende à simplicidade do lugar. Porém,os tempos mudaram, as crianças estão crescendo e os jovens querem um objetivo para construírem as suas vidas, pois desejam abrir "novos horizontes": eles querem um emprego que regularize suas vidas e quem sabe até fazer uma boa faculdade.
Todos esses motivos levam os moradores daqui à busca de melhores oportunidades, já que aqui não as possuímos.
E, a cada ano, vem diminuindo o número de habitantes devido à falta de empregadores em nossa cidade.Através de dados do IBGE, em 1996 éramos 7.806habitantes e em 2007 somávamos 7.342.
A causa do desemprego é decorrente da falta de investimentos. Alguns crêem que não temos mão-de-obra especializada; outros ainda acreditam no descaso das autoridades, pois nada acontece para solucionar o problema.
De acordo com o professor de sociologia de Uberaba, Delson Ferreira-" nos locais onde a taxa de desemprego é maior, os problemas sociais também aumentam significativamente." A falta de emprego afeta o trabalhador também psicologicamente, fazendo com que ele se sinta impotente diante da vida. Assim, buscam alternativas informais para ganhar o sustento de sua família. Aqui temos alguns exemplos de servidores informais: a Maria ,que vende gelinho, a Dona Ioram que vende salgado por conta própria.
Penso que nossas autoridades deveriam buscar ,veementemente, indústrias para se instalarem em Inocência.
Afinal, todos aqui merecem desfrutar de um bom emprego, para que possam zelar dos seus filhos e sonhar com um futuro próspero.Texto elaborado pela aluna: Sidilene Eugênia de Oliveira. 3º ano C do Ensino Médio
Destaque na sala , quando da nossa participação na "Olimpíada de Português"
lista de sites
Acho que agora terminei... Já enviei a minha lista de sites pedagógicos.Tudo na minha disciplina, é claro
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
SONHOS E HERÓIS
Sonhar! É a mola que nos impulsiona a sermos melhores, a realizarmos grandes ... e pequenos desejos. Voar sempre foi um desafio: cortar os ares, sentir o sabor da liberdade, encurtar distâncias, desbravar universos inimaginados de pensamentos.
Como Leonardo da Vinci, Thomaz Edson, Einstein e muitos outros, Santos Dumont fez de sua vida uma doação à humanidade; persistência e vontade individuais, que resultaram em uma explosão mundial de alegria e esperança. Seu invento nas mãos de desportista, diverte; de profissionais , cumpre o papel determinado: defende a pátria, salva vidas; com terroristas, dizima regiões, provoca guerras.
Nas últimas décadas, a revolução ficou a cargo da INTERNET. Aos moldes do avião, também foi criada para servir ao "bem", ao progresso, na busca de um mundo melhor e mais fraterno. Porém, se não for utilizada com sabedoria, a tecnologia pode ser uma arma nociva à educação
Como todos nossos inesquecíveis inventores-heróis, não devemos nos esquecer de sonhar com a igualdade entre os povos, fazendo a nossa parte: educando com amor.
Utilizar a tecnologia a serviço da educação, é propiciar a nossos jovens uma ferramenta fundamental, para a realização de seus sonhos.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
NUNCA
É lindo poder dizer "nunca" como se fosse um nada, uma pedra,uma gota d'água.
Poder dizer "nunca" com a humildade da incerteza...
E apenas poder dizer, como tantas coisas ditas que se perdem no
além, esquecidas.
Apenas poder dizer "nunca" com lágrimas nos olhos e voz abafada.
E então...
Fazer tudo de novo...
Poder dizer "nunca" com a humildade da incerteza...
E apenas poder dizer, como tantas coisas ditas que se perdem no
além, esquecidas.
Apenas poder dizer "nunca" com lágrimas nos olhos e voz abafada.
E então...
Fazer tudo de novo...
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Relato do Curso de Introdução à Educação Digital
De 8 a 12 de setembro, na E.E. JPV foi oferecido um Curso de Tecnologia, que foi uma luz para os professores na referida área.
Foi uma semana muito proveitosa, na qual pudemos aprender um pouco sobre LINUX:Writer, Tux paint, Calc, Apres.Impress, Internet, Google, E-mail
e Blog.
Fizemos de tudo um pouco. Até slides com animação , planilha, que foram as atividades que mais gostei.
Penso que agora estarei apta a trabalhar com meus alunos a um nível de século XXI. Isso é mais que bom... é ÓTIMO. Foi a realização de um antigo desejo.
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